Startup EPIs construção civil e obras à venda. Negócio escalável e ótima margem. Com registro no INPI.

ID-5374-26 Brasília, Grande Curitiba, Grande Florianópolis, São Paulo, Brasil | PR, RS, SC, SP, BR

Startup em Construção Civil – EPIs para trabalhos em taludes à venda – Escalável

R$800.000,00

Cotas de participação ou Sociedade, Startups, Vendas de Ativos

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Informações

Startup com patente registrada no INPI à venda! Oportunidade rara no mercado de segurança do trabalho.

O setor de Equipamentos de Proteção Individual movimenta mais de R$ 22 bilhões por ano no Brasil. Dentro desse universo, existe uma lacuna específica e bem documentada: a proteção de trabalhadores que atuam diariamente em taludes, encostas e terrenos inclinados. Portanto, este projeto nasceu para preencher exatamente esse espaço — com um produto inédito, patenteado e sem concorrente direto no mercado nacional.

 

O produto

Trata-se de um acessório inovador para botas de segurança. A patente está registrada no Instituto Nacional da Propriedade Industrial. Além disso, o equipamento se acopla a qualquer bota de segurança já existente — sem modificações, sem substituição do calçado e sem ferramentas.

Assim também o design obriga, ainda, o posicionamento correto do corpo, reduzindo o risco de quedas e lesões por esforços repetitivos. O conceito foi desenvolvido a partir de experiência prática real em campo e, posteriormente, prototipado em parceria com o SENAI, que validou o design em modelagem tridimensional profissional.

O Certificado de Aprovação junto ao Ministério do Trabalho está em processo de finalização, o que posiciona o produto para entrada imediata no mercado assim que concluído.

 

O problema que este produto resolve

Trabalhadores em mineração, construção de rodovias, saneamento, terraplanagem e manutenção de encostas enfrentam diariamente o risco de queda em terrenos instáveis. Contudo, o mercado de EPIs ainda não oferece uma solução específica, acessível e adaptável para esse tipo de operação. Até hoje, esses profissionais recorrem a improvisos ou dependem de cordas de segurança — soluções que, além de limitadas, geram custos adicionais significativos.

Dessa forma, este produto preenche uma lacuna real. Ele resolve um problema concreto, cotidiano e recorrente para mais de 1,4 milhão de trabalhadores expostos a esse risco no Brasil.

 

O mercado

O mercado endereçável soma aproximadamente 23.500 empresas com interesse direto no produto. Dentre elas, cerca de 15.000 são construtoras que atuam em obras de risco. As demais são mineradoras, onde praticamente 100% das operações envolvem terrenos com taludes e cortes instáveis.

Além do mercado corporativo, o produto atende diretamente o trabalhador, sem intermediários. Portanto, o modelo de negócio opera em dois canais simultâneos: vendas em escala para empresas e vendas diretas ao usuário final por meio de plataformas digitais e distribuidores especializados.

O plano de negócios adota uma meta conservadora. A proposta é conquistar 0,5% do mercado corporativo e 0,4% do mercado de trabalhadores individuais nos primeiros três anos. Em um universo de 23.500 empresas, alcançar 122 delas é uma meta modesta. Contudo, para um produto patenteado e sem concorrente direto, essa meta é plenamente alcançável.

 

O modelo de negócio

A produção é inteiramente terceirizada. Portanto, não há necessidade de fábrica própria. Consequentemente, o investimento inicial é reduzido e o volume escala de forma modular conforme a demanda cresce. O custo de produção estimado é de R$ 25 a R$ 30 por par, com preço de venda conservador de R$ 95 — resultando em margem bruta entre 65% e 75%.

A estrutura operacional prevista é enxuta: produção terceirizada, equipe reduzida nos primeiros meses e crescimento gradual sem grandes saltos de custo fixo. Além disso, o plano projeta receita bruta de R$ 4 milhões no terceiro ano de operação, com lucro operacional superior a R$ 1,4 milhão.

A aquisição inclui a transferência completa da empresa, da patente registrada no INPI e de todo o know-how do projeto. A negociação prevê, ainda, estrutura de royalties ao inventor — modelo que alinha os interesses de ambas as partes ao longo do tempo.

 

Por que este momento é favorável

A fiscalização trabalhista no Brasil vem se intensificando. Além disso, a exigência de equipamentos certificados tornou-se cláusula padrão em contratos de infraestrutura de médio e grande porte. Paralelamente, a agenda ESG empurra empresas de mineração e construção a elevar seus padrões de segurança ocupacional.

Esse conjunto de fatores cria um ambiente regulatório favorável. Sobretudo, um produto patenteado, desenvolvido para um risco específico e respaldado por certificação oficial chega ao mercado no momento certo.

 

Potencial de expansão

O horizonte deste negócio vai além das fronteiras brasileiras. Países como Chile, Peru e África do Sul enfrentam os mesmos desafios em mineração e infraestrutura. Além disso, mercados asiáticos em expansão representam vetores naturais de crescimento. A estrutura terceirizada facilita essa adaptação. Assim, não é necessário replicar operações físicas complexas em cada novo mercado.

 

Para quem esta startup faz sentido

Esta startup foi estruturada para um investidor que reconhece valor em propriedade intelectual sólida dentro de um mercado regulado. Faz sentido, sobretudo, para quem tem experiência no setor de construção civil, mineração ou segurança do trabalho — afinal, esse conhecimento converte-se em vantagem competitiva desde o primeiro dia.

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